Triunfo e Farmaven no Meio & Mensagem.

Notícia

Triunfo desenvolve projeto para evento Grupemef


Publicado 07 de Maio de 2010

Agência cria peças para a feira de negócios farmacêuticos

 

A Triunfo Propaganda e Marketing criou toda a comunicação da FarmaVen, evento do Grupemef (Grupo dos Profissionais Executivos do Mercado Farmacêutico). A feira reunirá mais de 500 executivos de marketing e vendas da área farmacêutica. Essa é a primeira feira de negócios entre fornecedores e o marketing farmacêutico.

A agência de comunicação ficou responsável por fazer desde a criação do nome do evento, elaboração das peças, como convite, e-mails marketing e cartazes, até o planejamento, definição da estratégia, eleição do público alvo e coordenação do evento, em conjunto com a instituição. A feira acontece nos dias 18 e 19 de maio, no WTC Convention Center, em São Paulo.

 

Fonte: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Triunfo_desenvolve_projeto_para_evento_Grupemef



Escrito por Scher Soares às 12h03
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Confira alguns depoimentos curiosos de clientes da agência Triunfo Propaganda. Um reconhecimento legítimo ao belíssimo trabalho que vem sendo feito com muita dedicação por um time que se comporta como ALIADO DE REFERÊNCIA do cliente e cria soluções em comunicação que funcionam, produzem resultados e alavancam o negócio.

Depoimento 01

 

Oi Triunfo,
 
Confete 1 :Parabéns pela Lupa de Ouro para toda a equipe Triunfo.Agradeço o apoio e a parceria.
 
Confete 2: te repasso a percepção do nosso presidente em relação a campanha ,agência e a assessoria feita por vocês. Parabéns de novo.
 
Abraço e divida essas notícias boas com toda a sua equipe.
 
Atenciosamente

Gerente de Produto

 

Depoimento 02

 
MARAVILHOSO!
 
Dupla: Gerentes de Produto

PARABÉNS em especial para a dupla Marketing/Médico que
pensa estrategicamente, planeja com cuidado e EXECUTA com carinho, verdadeiro “hands-on” e atenção aos detalhes.

Agência


A Triunfo enquanto Agência de Propaganda e Assessoria de Imprensa esta confirmando as características que influenciaram na nossa escolha:
 
- Relacionamento: Mídia, político e facilidade de conhecer e se relacionar com alguns médicos.

 

Globo Repórter!!!! (fantástico)
 
- Inteligência, Estratégia
 
- Abordagem prática
 
- Entendimento de que mesmo que a campanha pareça ser “da sociedade”, nós somos o cliente. Trabalhadora (hands on)
 
- FOCO EM RESULTADOS.

Valeu!
Continuem
contando com o meu total apoio.

Presidente de Indústria Farmacêutica

 

Depoimento 03

 

 

Gerente de Produto

 

Vocês, como sempre... surpreendente!

 

Depoimento 04

 

Triunfo,

 

Recebi as revistas impressas.

Essa edição ficou muito boa! Fiquei muito satisfeita com o resultado. Está do jeito que pretendemos que seja a revista. Muito obrigada!

Um abraço,

 

Depoimento 05

 

Olha...

 

Na ausência de uma melhor gramática da língua portuguesa onde, fica quase impossível relatar uma grande surpresa sem proferir um palavrão, peço que entendam minha intenção:

PUTA QUE PARIU! FICOU DUCA....! Rs...

 

AMEI!

Parabéns!

 

Depoimento 06

 

Triunfo,

 

Está redondo!!! Pode fechar o arquivo em alta.

Parabéns a toda equipe envolvida da agência. O material foi muito elogiado por representantes, médicos líderes de opinião e diretores da empresa.

 

Obrigada

 

Depoimento 07

 

Muito obrigada pela linda mensagem e gostaria que soubesse que trabalhar com vcs, uma agência parceria e sobretudo amiga, é imprescindível para nós fornecedores!!!!

 

PARABÉNS à Triunfo pelo ótimo atendimento e capacidade de transmitir tão bem a informação que o cliente precisa de um modo tão criativo!!!!!

 



Escrito por Scher Soares às 23h14
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No programa Mundo Corporativo da CBN em entrevista a Heródoto Barbeiro sobre o tema: Gestão das Gerações Y, Baby Boomers, Baby on Board. Já sabe o que significa geração "baby on board"? Ainda não? Confira ao longo da semana aqui no blog.

Conheça também as forças e fraquezas da Geração Y e os desafios impostos à empresas e líderes.

 



Escrito por Scher Soares às 16h41
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O painel com os presidentes das indústrias farmacêuticas está confirmado para acontecer na 1ª FarmaVen no dia 18 de maio no WTC. Estarão presentes representantes das empresas Roche, Zambon, Nestlé Nutrition, Bagó, Biolab e Farmoquímica.

A FarmaVen é uma iniciativa do Grupemef que tem o apoio da Triunfo Propaganda.



Escrito por Scher Soares às 11h28
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Saca só uma pesquisa de utilidade pública sobre as 10 celebridades mais odiadas pelos brasileiros.

As 10 Celebridades mais odiadas pelos brasileiros

Ao todo 1.102 pessoas participaram da Lista 10 Interativa (6), afim de eleger as dez celebridades mais odiadas do mundo pelo povo brasileiro. Confira o resultado completo.

 

 

 

1ª.
Fausto Silva (Faustão)
Apresentador
Votos: 380 Share: 34,5%
2ª.
XUXA
Apresentadora
Votos: 371 Share: 33,7%

 

3ª.

 

Dado Dolabella
Ator
Votos: 334 Share: 30,3%

 

4ª.

 

Augusto Liberato (Gugu)
Apresentador
Votos: 312 Share: 28,3%

 

5ª.

 

Galvão Bueno
Locutor
Votos: 245 Share: 22,2%

 

6ª.

 

Paris Hilton
Socialite
Votos: 228 Share: 20,7%

 

7ª.

 

Luana Piovani
Atriz
Votos: 178 Share: 16,1%

 

8ª.

 

Britney Spears
Cantora
Votos: 146 Share: 13,2%

 

9ª.

 

Hebe Camargo
Apresentadora
Votos: 142 Share: 12,9%

 

10ª.

 

Maísa
Apresentadora Mirim
Votos: 136 Share: 12,3%



Escrito por Scher Soares às 23h42
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Rapaziada criativa da Triunfo Propaganda mais uma vez presente no Meio & Mensagem. Acho que é a 5ª ou 6ª publicação dos novos contratados da agência só nos últimos meses. Nas notas anteriores tivemos atendimentos, diretores de arte, redatores e gestores.



Escrito por Scher Soares às 09h43
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A produtividade caiu! O que fazer?

*Por Scher Soares

 

Após uma palestra em um congresso de RH um jornalista me fez a seguinte pergunta: Como RH, o que você faz para lidar com problemas de improdutividade? Como o líder deve lidar com o assunto?

 

Para fins de uma resposta rápida e ao mesmo tempo sistematizada, didática e conclusiva, que permitisse ao mesmo capturar meu ponto de vista usei dois kits, sendo o primeiro o kit de diagnóstico e o segundo, o kit de gestão de pessoas. Vamos a eles.

 

Kit de Diagnóstico

 

O fator número 01 é diagnosticar. Costumo simplificar as coisas para facilitar a tomada de iniciativas da seguinte forma:

 

A produtividade pode estar baixa basicamente por três coisas.

 

1. A pessoa não SABE o que fazer - São casos aonde se exige maior direção por parte do líder. Maior clarificação de papéis, responsabilidades, atribuições, prioridades e expectativa de desempenho.

 

2. A pessoa não QUER fazer - Quando digo não quer, estou me referindo a questões de aderência, de engajamento e mesmo de motivação para fazê-lo. Alguns casos são clássicos, como o de pessoas que não conhecem/percebem a importância de fazer algo de determinada forma e isso afeta a produtividade.

 

3. Não há CONTROLE/GESTÃO - Sejamos realistas. Em um cenário ainda não plenamente maduro e desenvolvido, a gestão e controle exercem um papel importante. Se os gestores costumam solicitar tarefas para seus liderados e sequer fazem follow up e cobrança quanto a essas entregas, estará demonstrando a ausência de controle que pode suscitar complacência com a improdutividade. Casos clássicos, como excesso de dispersão e distração, falta de foco, muitas tarefas inacabadas e padrões de baixo desempenho podem, portanto ser mitigados com um espectro de maior gestão, com check de atividades, de indicadores e de resultados.

 

Kit de Gestão de Pessoas

 

Ousar colocar um aspecto tão amplo e elaborado como a gestão de pessoas em um kit seria um tanto quanto arriscado e poderia desconsiderar as diversas dimensões funcionais e psicológicas da gestão de pessoas, no entanto é uma boa maneira de facilitar a compreensão daqueles que precisam encontrar soluções para lidar com as possibilidades de diagnóstico relacionadas acima.

 

Nesse sentido, o “kit de gestão de pessoas” deve contemplar pelo menos essas três estratégias:

 

Motivação e Incentivo: Aqui é o momento no qual o líder procura auxiliar na melhoria de produtividade do funcionário através do estímulo, da visão, da definição de metas e objetivos e do apoio ao colaborador através de demonstração de confiança.

 

Direção, Treinamento e Orientação: Em alguns casos, o problema de produtividade pode demandar ao líder, lançar mão do seu perfil de coach e educador. Em alguns casos inclusive de modelador. São as situações aonde o líder procura atuar na produtividade via processo de orientação e direcionamentos específicos. O nível desta orientação dependerá muito do nível de maturidade funcional do liderado em questão, mas o “driver” aqui é tentar via capacitação suprir os gaps desempenho que impactam na produtividade.

 

Cobrança e Gestão da Conseqüência: Vale observar, que um dos aspectos que compõe o papel do líder é a sua capacidade de gestão e nesse sentido, cabe sim ao líder atuar como um gestor e efetuar as medidas necessárias para garantir a entrega de resultados. No que se refere a improdutividade de membros do grupo, cabe ao gestor cobrar os padrões de produtividade adequados as expectativas e oportunamente, expor as conseqüências dos baixos padrões de produtividade, que podem inclusive impor necessidade de substituição de determinado membro do grupo se necessário.

 

Vale observar, que existe um processo de 180º quando falamos da relação entre líder e liderados e como tal, uma co-responsabilidade no que tange a produtividade e resultados. Cabe ao líder sim, ampliar a visão, tecer um diagnóstico apurado e lançar mão de todos os seus recursos enquanto gestor para auxiliar determinado membro do grupo a recuperar a produtividade. Contudo, não cabe ao líder “salvar” àqueles que não desejam ser salvos e sobretudo que não respondem a nenhum estímulo e estratégias por parte do gestor.

 

Cabe lembrar: fingir que um problema não existe, não faz com que ele deixe de existir. Portanto, faça a SUA parte, inclusive se ela significar adotar medidas, eu diria, um tanto quanto impopulares. Como diria o Jack Welch, você é líder para liderar e não para ganhar concurso de popularidade.

 

Nessa semana, reflita sobre isso, faça o que precisa fazer e triunfe!

 

Scher Soares



Escrito por Scher Soares às 21h35
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O Bife Brasileiro na China!

 

Vamos lá vender ou esperar os chineses comprarem?

*Por Scher Soares

As discussões sobre as importações e exportações que permeiam a relação entre o Brasil e a China estão em alta. Com crescimento avaliado em 780% no intercâmbio comercial entre os dois países e sendo a China agora, o principal parceiro econômico do Brasil desde que superou os Estados Unidos, a dinâmica das importações e exportações entre os dois países vem suscitando algumas questões, como o fato por exemplo do Brasil exportar basicamente commodities para a China enquanto importa vastos volumes de produtos manufaturados.

 

Sobre as exportações brasileiras para a China, cabe uma observação. O correto seria chamá-las – em sua maioria – de importação por parte dos chineses, pois segundo especialistas, na verdade a China mais compra do Brasil do que o Brasil vende para a China. Trata-se de uma venda passiva, na qual o mercado chinês escolhe e decide o que deseja comprar do mercado brasileiro e talvez por isso as exportações brasileiras para a China estejam basicamente concentradas no mercado de commodities.

 

Segundo a câmara de comércio Brasil-China, tivemos avanços importantes nos últimos anos, apesar de mal termos conseguido arranhar a superfície de oportunidades do mercado Chinês para o Brasil.

 

Uma experiência simples, como entrar em um supermercado aqui no Brasil e entrar em outro na China dá uma idéia da dimensão destas oportunidades. Se por um lado os supermercados brasileiros estão cheios de produtos chineses, na China, ao visitar um estabelecimento local, praticamente não verá produtos brasileiros, com exceção por exemplo do café Pelé, produto que conseguiu acessar o mercado chinês, mesmo se tratando de um produto para um hábito pouco freqüente no país asiático.

 

Um dos motivos deste balanço um tanto quanto não equilibrado nestas relações comerciais está na falta de agressividade comercial de alguns empresários brasileiros, que não prospectam o pais chinês como consumidor e não empreendem esforços de forma pró ativa na geração de ações e iniciativas comerciais. Por outro lado, há também alguma falta de planejamento e método comercial por parte de outro grupo de empresários, que possuem o que costumo chamar de “potência comercial”, mas que não possuem o “driver” da gestão de contas e por isso tentam iniciar relações com a China sem o devido conhecimento das práticas comerciais daquele país.

 

Sobre este segundo grupo de empresários, não são raros os casos de viagens realizadas à China sem cartões de visita em chinês, sem folhetos em chinês, sem agendamento prévio de reuniões com os alvos e pior, sem o conhecimento da cultura e dos hábitos chineses, o que resulta na adoção de uma série de comportamentos considerados pouco frutíferos para àqueles que possuem intenções em se relacionar comercialmente com os chineses.

 

A reflexão que quero deixar é a seguinte: será que é só nessa relação entre o Brasil e a China, que nós, brasileiros por vezes tentamos vender baseados no que é valor para nós mesmos? Será que é só nas exportações para a China que estamos vendo nossos clientes comprarem ao invés de nós vendermos? Finalmente, será que assim como alguns empresários brasileiros que desconhecem o perfil do cliente chinês, também nós, desconhecemos o perfil, interesse, critérios e fluxo de tomada de decisão dos nossos clientes?

 

Se quisermos mesmo comemorar as nossas exportações para a China, sejamos de fato grandes vendedores. O dia no qual os chineses se reunirem à mesa para apreciar um bom e suculento bife brasileiro poderá consagrar o momento na história no qual deixaremos apenas de atender aos pedidos dos chineses e passaremos a vender para eles.

 

Em termos de efetividade em vendas nas relações entre Brasil e China, que tem de abrir os olhos, somos nós.

 

Nessa semana, reflita sobre a potência comercial da sua empresa e abra o olho!

 

Scher Soares é consultor de empresas e presidente do Grupo Empresarial Triunfo. Visite o site: www.grupotriunfo.com ou envie um email para: scher.soares@grupotriunfo.com

 

Acesse o nosso blog: http://colherdechaonline.com/ e siga-me no twitter: http://twitter.com/schersoares

 



Escrito por Scher Soares às 22h26
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Você anda estressado e sem tempo para ir pescar conforme recomendam aqueles adesivos colados no fundo dos carros que nos deixam ainda mais estressados? Relaxe a vida.

Confira dicas valiosas no site abaixo:

www.sedatifpc.com.br

 



Escrito por Scher Soares às 22h22
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Na primeira reunião trimestral do Grupo Triunfo, o ganhador da premiação AGENTE DO TRIMESTRE foi o grande Serjones, redator de primeira que vai curtir uma viagem com a esposa para Buenos Aires como reconhecimento por sua aderência aos valores da Triunfo, fomento a cultura e competência no exercício da sua função.

Na foto abaixo Serjones levanta o merecido troféu.



Escrito por Scher Soares às 22h14
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Nessa quinta feira estarei no congresso InovaRH ministrando a palestra: A Identidade e Missão do RH Competitivo.

 



Escrito por Scher Soares às 02h20
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Tragédia em Niterói traz a tona lição de gestão

*Por Scher Soares

 

A tragédia no Morro do Bumba em Niterói, estado do Rio de Janeiro traz a tona importantes lições, tanto para as pessoas, como para o poder público e também para as empresas.

 

Uma das lições mais importantes que percebi resumo na seguinte frase: “Fingir que um problema não existe, não faz com que ele deixe de existir”.

 

Se nas empresas, muitas vezes as verdades e os assuntos que precisam ser tratados são varridos para baixo do tapete, no morro do Bumba, literalmente o lixo foi varrido para baixo do morro ao longo dos anos e o com o tempo, o que era um lixão, virou morro, que virou moradia. Anos de fingimento em relação ao problema, como se ele não existisse. Mas como ressalta a frase acima, o problema não deixou de existir, ficou lá, silencioso e traiçoeiro até a hora de cobrar o seu preço.

 

Esse é um padrão típico de conduta e por vezes gestão que se encontra tanto nas pessoas, como nas comunidades, como no poder público e também nas empresas. Problemas que sinalizam quanto a sua gravidade, mas que ainda não são urgentes são colocados de lado, literalmente esquecidos.

 

Há um mecanismo psicológico que faz com que as pessoas se confortem quer seja pela não percepção da gravidade do problema em termos imediatos, quer seja pela notória convicção de que ele será tratado em momento oportuno. O que ocorre, é que fingir que um problema não existe de fato faz com que ele deixe de existir, ao menos na sua pauta, na sua agenda e na sua lista de prioridades. O tempo vai passando e como o problema não emerge em conseqüências, ele de fato vai ficando esquecido até chegar ao ponto de ser esquecido por completo, como se ele não existisse.

 

Porém, ele existe e a qualquer momento pode vir à tona com diferentes níveis de conseqüências. No caso do Morro do Bumba, conseqüências gravíssimas que nos alertam para a necessidade de deixar o fingimento de lado e o medo de lidar com os fatos.

 

Se há um problema, há uma necessidade de trabalhar para resolvê-lo, portanto: faça-o.

 

 

Scher Soares é consultor de empresas e presidente do Grupo Empresarial Triunfo. Visite o site: www.grupotriunfo.com ou envie um email para: scher.soares@grupotriunfo.com

 



Escrito por Scher Soares às 22h15
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TIRE O TELEFONE DO GANCHO

Por Scher Soares

"Tire o telefone do gancho". Essa foi a primeira frase que escutei ao adentrar ontem à noite em uma farmácia.

A frase foi dita pelo entregador da farmácia. O motoboy em questão parecia já estar incomodado com os muitos pedidos via delivery. Você sabe como é: mudança no clima e uma típica noite fria fazem com que muitos evitem sair de casa, motivo pelo qual as entregas de farmácias e pizzarias costumam ganhar ímpeto.

Mas a despeito do aumento do volume causado por situações ambientais, fiquei curioso com a queixa do entregador. Enquanto estava no caixa, perguntei ao atendente sobre as entregas e questionei se o entregador recebia remuneração por quantidade de entregas. A resposta: SIM!

A partir daí, fiquei confuso. Como pode alguém que é remunerado pela quantidade de entregas reclamar justamente da BOA quantidade de entregas? Inquieto que estava, provoquei o atendente quanto à questão e seu ponto de vista. Segundo o atendente, a suposta queixa do entregador não era uma questão de insatisfação e sim apenas uma brincadeira, um passatempo e uma forma de satirizar as situações do dia-a-dia. Ainda insatisfeito, questionei quanto aos tipos de brincadeiras que ocorriam quando a situação era inversa. Ou seja, uma situação de baixo volume de entregas.

“Aí não tem brincadeira”, decretou o atendente. “Quando as entregas estão em baixa o entregador fica quase que desesperado”.

Situação um tanto quanto paradoxal não é mesmo? Se tenho entregas para fazer, ainda que de “brincadeira”, reclamo das mesmas e sugiro retirar o telefone do gancho como forma de cessar a demanda por novas entregas. Se não há entregas, clamo aos céus por uma ligação que torne importante os meus serviços e remunere minha função. Talvez seja por isso que tanta gente anda de lado na vida ou por vezes patina. Talvez, mesmo sem perceber, vivem em conflito entre o que desejam para si e o que desejam fazer para conseguir obter.

No que pese a atuação quase esquizofrênica do entregador, para os gestores, empreendedores e empresários fica o alerta: quando brincadeiras deste tipo acontecem no “palco” da loja, imagine o que acontece nos bastidores. De um jeito ou de outro, recordem que “tire o telefone do gancho” foi à primeira frase que ouvi ao adentrar a farmácia e, portanto o meu primeiro contato com a empresa. Comportamentos como estes são inaceitáveis em um ambiente de varejo e precisam ser combatidos com vigor e banidos da cultura.

Os funcionários; sejam eles entregadores, garçons, atendentes ou quem quer que seja, precisam entender qual o impacto destes comportamentos no ambiente cultural, nas relações com o cliente e nos resultados da empresa e compreender que este tipo de atitude geralmente culmina por causar problemas para toda a cadeia, inclusive os próprios funcionários.

Diante desse raciocínio fica a pergunta: funcionário que causa impacto negativo no ambiente da empresa está fazendo sabotagem ou cometendo suicídio?

Reflita sobre isso e triunfe!

 



Escrito por Scher Soares às 21h37
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Você é profissional ÁGUIA ou GALINHA?

Por Scher Soares

 

Não vou me delongar muito na história, mas vocês certamente já ouviram contar estórias e parábolas sobre águias que passaram a vida convivendo com galinhas. Contam as histórias, que um filhote de águia que seja criado em um galinheiro, rapidamente se acostumará à vida de galinha. Vai aprender a ciscar no chão e rastejar os pés para trás.

 

Curiosamente, mesmo dotado de plenos recursos, como asas poderosas e uma capacidade cardio respiratória infinitamente superior, as águias/galinhas quando arriscam voar, o fazem como galinhas. O vôo de galinha é um vôo conhecido por alguns aspectos como:

 

Brevidade – As galinhas se atiram e fazem uma pequena curva ascendente e descendente, na forma de um guarda chuva. Seu vôo não é progressivo e tampouco eficaz.

 

Gasto Excessivo de Energia – Neste seu ímpeto, as galinhas chacoalham muito as asas e perdem energia preciosa, o que resulta em fadiga muscular assim que retornam ao chão.

 

Barulho – As galinhas, quando se atiram, o fazem em meio a muitos piados e cacarejos.

 

Mas o que mais impressiona nesta experiência, é o fato de como as águias são literalmente deformadas pela cultura de galinha, e mesmo providas de potencial pela vida, passam sua vida ciscando e dando vôos de galinha, curtos, rasteiros e ineficientes.

 

Contudo, dizem os especialistas que mesmo a águia mais “aculturada” ao ambiente do galinheiro, se devidamente provocada e desafiada, colocada contra o sol e em um lugar alto, de onde se possa sentir o vento, irá romper com as amarras do galinheiro, abrir suas poderosas asas e voar, voar muito rápido e alto e descobrir que nasceu para viver no céu e não no chão.

 

Reflita: O ambiente empresarial que está criando na sua empresa está mais propício para as águias ou galinhas?

 

O seu vôo como profissional é firme e sustentado como uma águia ou raso e curto como o de uma galinha?

 

Você enxerga os lugares altos e o vento poderoso como tormentas dignas de te fazer esconder-se no seu galinheiro ou como recursos que o estimularão a voar plenamente.

 

Pensem Nisso – Tenho dito, a cultura quando a gente não forma, ele se deforma e depois nos deforma. Isso acontece com as águias que tem o azar de serem criadas em galinheiros, mas mesmo elas; ainda detém os recursos e potencial de águias, porém precisam se descobrir.

 

NÃO A CULTURA DO GALINHEIRO. NÃO AO VOO DE GALINHA.

 

ABRAÇOS

 

SCHER SOARES

 



Escrito por Scher Soares às 21h10
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Scher Soares realiza palestra intitulada "A Alma do Negócio" para faculdades Metrocamp.



Escrito por Scher Soares às 13h42
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